Flora Figueiredo
Enviado em 9 de Março de 2009
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Faça o seguinte:
Assopre o pensamento triste,
deixe escorrer a última lágrima,
conte até vinte.
Abra então a janela,
aquela que dá para o vôo dos pardais,
procure a luz que pisca lá na frente
( evite as sombras que ficaram lá pra trás).
Ao encontra-la,
coloque-a dentro do peito
de tal jeito, que possa ser notada
do lado de fora;
acrescente agora uma pitada de poesia,
do tipo que passa por nós todos os dias
e nem sequer consegue ser notada;
aumente o brilho,
com toda a intensidade
de que um sorriso é capaz.
A felicidade é o seu limite,
e o paraiso é você mesma
quem faz.